Primavera ao natural

Na última sexta-feira, dia 22, comemoramos o equinócio de primavera e demos início à estação que rege o nascimento das flores e frutos. Com muitas cores, odores e beleza, a primavera anuncia também a chegada do calor. Um prato cheio para a moda, que encontra nesse período a oportunidade para trabalhar com texturas e estamparias das mais diversas.

Se vestir nesse período não tem muito erro. Basta seguir aos estímulos da própria natureza. Pelo calor, os tecidos leves são os mais indicados. Na estação, a praticidade e conforto são o que norteia as escolhas de moda. Para as cores, segue-se a mesma lógica: em tempos de muita luminosidade como a primavera, tons claros são os mais indicados por não reterem temperatura. Basta observar como no outono e inverno, quando o intuito primeiro do vestuário é se aquecer, tons escuros como preto e marrom são os mais evidentes. Na primavera, aposte na alegria do amarelo, verde e azul, e nas cores das flores. É uma oportunidade pra brincar com toda a beleza das paisagens naturais.

Cleo para a Triton
Cleo para a Triton

As cores são peça chave na primavera, mas também é possível aproveitar a estação mesmo com tons monocromáticos, como na peça da Triton com Cleo acima. Com o preto e branco, é possível compor um vestuário para a primavera: basta saber trabalhar com os tecidos. Na falta das cores, são eles que vão fazer o link com o período. Nessa época tão florida, o ideal é abraçar os tecidos naturais: linho, algodão e seda. São opções leves, fluidas e confortáveis, e como na composição da Cleo, o divertido que pede a primavera se faz presente nas borboletas que estampam a calça e povoam os jardins que voltam a florescer. A camisa de linho, tão formal e estruturada, tem sua quebra com a amarra abaixo dos seios.

As mesmas borboletas no look de Cleo também foram uma das referências da Versace, que apresentou sua coleção de primavera no último dia 22 na semana de moda de Milão. As peças da marca são uma amostra de como a primavera não se resume apenas a estampas de flores, mas a tudo o que é natural. Na primeira combinação (abaixo) as borboletas compõem o look praia do desfile. Já no segundo exemplo, a natureza esteve representada nas conchas do mar: ainda que a estação seja a do nascer das flores, toda a natureza volta a ter vida nessa época do ano, inclusive nos mares. E por que não explorar esse universo?

FFW
FFW

Os dois modelos são exemplo desse abraço total à natureza: borboletas, conchas, estrelas do mar, nas cores mais diversas. Outro ponto que é necessário repensar, também, é a maquiagem, tão importante em uma composição quanto o vestuário. O calor se aproxima e como cuidar da sua pele? Nesse caso, o natural retorna como norte.

Os tons nudes, que já dominam as paletas desde o outono, continuam na cartela de cores da nova estação. Mas o que antes era queimado, em direção ao quente do rosa queimado e vermelho escuro, agora busca tons pasteis e mais sutis. Dê preferência aos batons similares aos cores naturais de seus lábios. A ideia é não se enfeitar para chamar atenção, mas para apenas trazer um aspecto saudável: rosa claro, pêssego e o nude são uma opção.

Primavera ao natural
Acervo

Se as cores estão nos tecidos, o rosto pede leveza. A pele, com leve contorno aos que ainda em tempos quentes não dispensam uma boa maquiagem, pode ser feita com um bronzer claro com iluminador. Mas tudo sem exagero: a ideia é delinear a estrutura óssea apenas com os brilhos do sol e verão. Na boca, tons pêssegos ou apenas um gloss sobre a cor natural dos lábios também já se fazem suficientes.

Seja para dia ou noite: o calor que chega pede sutileza: tecidos leves e contrastes moderados. A natureza começa devagar a mostrar suas cores, então tenha calma e também vá adicionando informação aos poucos. E sempre busque observar a natureza à sua volta. Ela vai te trazer ótimas inspirações.

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A sensualidade das body chains

A origem da inspiração é indiana, mas a sensualidade é perfeita para uma brasileira: as body chains, ou body jewelleries (jóias de corpo), são peças, feitas geralmente em correntes, pérolas ou pedrarias, que compõem todo o corpo. Uma extensão dos maxi colares, que pesam do pescoço a abaixo dos seios, as body chains (correntes de corpo) cobrem muitas vezes os ombros, contornam as costas, barrigas, e até seguem para as coxas. A tendência, apesar de parecer pesada, é bem sutil e um ponto de contraste para looks simples. Por isso, é uma aposta para trazer sensualidade e personalidade no verão, quando o que se busca é vestir um volume menor de tecido.

A moda começou a ser notada ainda em 2012/2014, quando algumas celebridades trouxeram essa inspiração para os palcos. Não demorou muito para que esse tipo de joia passasse a ser explorado pelo mundo da moda. Um desfile memorável foi o da Versace para sua coleção primavera-verão 2014. Foi uma das primeiras grandes grifes a apostarem no acessório, que àquela época ainda era visto de maneira estranha pelo consumidor comum.

A sensualidade das body chains
Foto: Reprodução Internet

De lá pra cá outros nomes começaram a explorar as body jewelleries e a de fato criar em cima dessa tendência, tão diversa no mercado da moda. Ainda que com muitas possibilidades, são nos desfiles de primavera e verão onde tais joias tem mais espaços. Em 2016, Alexander McQueen explorou as body chains em muito de seus looks para a temporada. A excentricidade do acessório foi um complemento ao estilo marcante do estilista, que já vestiu artistas como Lady Gaga.

Já para essa mesma temporada em 2017, a tendência continua, como já anunciavam os desfiles focados na primavera e verão desse ano. A grife Philipp Plein apostando no mix de informação das pesadas correntes com estampas, e a minimalista Anne Sophie Madsen apostando no oposto: as body jewelleries de forma sutil com tecidos discretos. As possibilidades são infinitas.

A sensualidade das body chains
Foto: Vogue

Apesar de cada vez mais popular, as joias de corpo foram adotadas por grifes de renome, e hoje é possível encontrar variedades da peça que chegam a 7 mil dólares, como é o caso do modelo da Diana Kordas (à esquerda), em ouro 18 quilates. À direita na parte superior, o modelo da Rosantica chega a quase 2 mil dólares (U$ 1.903) e na direita inferior, a joia da Arme de L’Amour, mais em conta, por 537 dólares. Ainda assim, é possível encontrar releituras em diversas lojas de departamento por um valor popular (e em reais!).

Sensuais, refinadas e ainda assim contrastantes, as joias de corpo estão na lista dos acessórios preferidos da Cleo. E vocês, apostarão nas correntes?

 

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Total White

Fica fácil compreender o Total White quando associamos a tendência ao clima. É muito comum em tempos frios, como inverno e outono, nos vestirmos com preto, marrom e cinza; tons fechados que nos remetem ao conforto. Mas é na primavera e verão que tons claros, abertos e mais leves compõem o nosso guarda-roupa. Vestir-se completamente de branco, como se resume o Total White, é não só uma tendência estética como uma sábia escolha: o tom não acumula calor como o preto, e por isso nos tempos quentes é uma ótima opção. Quando associados a tecidos leves, não há erro.

Outro ponto que muito se alinha ao branco é o da manutenção. Tecidos brancos são mais difíceis para limpar, assim como mais fáceis para sujar. O cuidado é redobrado, mas esse não deve ser um impedimento para cair na tendência. Essa ideia até poderia ser mais grave quando não havíamos métodos de limpeza tão eficientes. Mas hoje, esse medo vai embora com qualquer um dos produtos específicos para o tom que encontramos em praticamente todos os mercados.

Rico em detalhes e em diferentes usos, o branco marcou presença na São Paulo Fashion Week, que ocorreu no final de agosto no teatro municipal e em alguns outros pontos da capital. Pensando justamente o clima tropical do nosso país, e o calor que se aproxima com a chegada do final do ano, algumas marcar investiram no Total White em suas coleções.

Modelos exibindo looks no estilo Total White
Reprodução Internet

A galeria Nara Roesler foi o local do desfile Verão 2018 da Giuliana Romanno. A aposta foi justamente trocar os tons escuros e texturas rígidas, característica presente em mostras anteriores da marca, pelo branco! “Pela primeira vez não usei preto! Foquei em fluidez e leveza. Eu sou do preto, mas estou leve. Por mais que eu seja urbana, moramos no Brasil, tem sol, calor. Queremos leveza”, contou Giuliana ao portal FFW momentos antes do desfile.

Também se preparando para o calor, o estilista Amir Slama trouxe o branco para seu desfile de moda praia. Ainda que se permitisse brincar com outras cores leves, o tom esteve presente do começo ao fim. A seda foi o tecido escolhido para garantir a leveza que todos buscamos no verão. Toda a coleção foi pensada no consumidor, e essa foi a proposta do desfile.

Encontrar o branco em pontos específicos ao longo dos desfiles não foi o que ocorreu com a Vitorino Campos. A marca colocou o tom em 100% das peças. A apresentação da coleção ocorreu na loja Pair, no bairro dos Jardins, e foi o grande destaque pensando Total White na SPFW. A tendência foi o seu carro chefe. Porém, o tom aparece não só em tons leves de verão, mas em diferentes texturas. Saias, casacos, sapatos e até bolsas. Um prato cheio.

Mas como utilizar no dia a dia?

Cleo em quatro diferentes momentos, usando quatro diferentes looks no estilo Total White
Reprodução Internet

Enquanto para muitos, as peças que vemos nas passarelas são algo distante do mundo real, o guarda-roupa de Cleo é um exemplo de como adequar as tendências pra diversas ocasiões. Quem não se lembra do vestido de gala usado o tapete vermelho do AFI Life Achievement Award? A atriz estava representando o país no evento, que ocorreu nos Estados Unidos, e a ocasião não pedia menos que um longo de seda com transparência nude. O branco, nesse caso, trouxe leveza, discrição e refinamento. à praticidade do dia a dia.

Radical em contraste com o vestido de gala está um look retirado diretamente do Instagram de Cleo. Pronta pra balada, um blusão completamente solto com uma bota de cano longo. Para as noites frias de São Paulo, o tecido pesado é indispensável. A bota é que traz o contraste e personalidade. São dois looks completamente diferentes, mostrando duas potencialidades do Total White. Os outros dois modelos são exemplos de como a cor também está presente em combinações práticas para o dia a dia. Fotografada enquanto fazia compras, Cleo estava com calça e blusa soltas. No Rio de Janeiro, o branco associado a tecidos leves é a combinação ideal, em oposição ao conjunto paulistano. Já o último exemplo é a combinação infalível: um traje coquetel que demonstra a simplicidade e delicadeza do Total White.

Relembre o nosso post de Total Black! Clique aqui.

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Total Black

Que o preto emagrece e é a peça chave para qualquer dúvida na hora de se vestir, todo mundo já sabe. Mas o que o mundo da moda vem provando, desde o clássico vestido usado por Audrey Hepburn no filme Bonequinha de Buxo, é de que o preto pode ser muito interessante. Claro que a peça assinada pela Givenchy e que se tornou clássica desde o lançamento do filme em 1950 é um vestido simples, mas é justamente na simplicidade da cor que há todo o seu poder.

Há quem diga que o preto é peça chave porque é nula, apagada, mas na verdade é nas texturas que o encanto do tom aparece. O preto está presente não só nos momentos de luto ou na monotonia dos paletós, muito bem vindos, por sinal, quando precisamos impor seriedade, mas está presente também no couro dos looks punks com toda a sua raiva e força, e na transparência dos vestidos mais leves e sensuais. E de fato: o preto combina com tudo. Não tem restrição de peso, idade, cor. Não que alguma cor deveria ser específica a alguma dessas categorias, mas o preto é flexível a ponto de se adequar a tudo isso sem qualquer desconforto. Pensando nisso, o preto está presente em todo guarda-roupa e também desfiles de moda.

Exemplos de uso do estilo Total Black
Foto: Internet

Na São Paulo Fashion Week, que se iniciou nessa última semana de agosto, a À La Garçonne foi uma das marcas que apostaram na atitude do preto. O vestido com renda e transparência foi um dos destaques do desfile, que ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo. A peça é uma amostra de como é possível utilizar o preto e as texturas pensando em Verão. Já em Milão, a Prada apostou no preto com um corte clássico para inverno: o sobretudo. Essa foi a mesma escolha de Alexander McQueen para seu desfile de inverno em Paris, ousando, porém, trabalhando com o couro, cinto e ombreiras, garantindo um estilo totalmente rock n roll.

Para a Cleo, o preto também é uma das principais cores. Seja para lançamentos, eventos de moda ou qualquer caminhada onde seja clicada por paparazzi, é com o preto que a atriz é vista. No guarda-roupa de Cleo, a cor aparece em combinações refinadas às mais casuais. Confira abaixo algumas combinações.

Cleo em 5 diferentes modos de uso do estilo Total Black
Foto: Internet

No primeiro look, a mistura da blusa levemente transparente com a rigidez da saia de couro garante um contraste refinado, mas ainda de atitude. O segundo total black é básico e confortável. O charme fica por conta da sandália de tiras e do cinto, marcando bem a cintura. A make esfumada em preto também traz atitude à composição. O mesmo conforto está presente no look 4, que traz brilho no casaco: é possível apostar no total black e inserir pontos de luz para trazes vivacidade. O último look é o mais recorrente: Cleo fotografada em locais públicos. Rua, aeroportos ou sets de locação. Cleo sempre está de preto. No exemplo, o tom está nas peças básicas do dia a dia: camiseta e calça skinny. Com a bota, há o conforto e a pegada mais pesada pro look. A jaqueta marrom é a referência militar e mostra que há tons que ficam bons sem quebrar o total black.

Inspire-se em algumas combinações que fazem essa mistura com o preto!

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A liberdade do corpo

Em 15 de março de 2017, século 21, Rebecca Gobbi publicou em sua conta no Instagram uma foto de seu mais recente trabalho até então: um desfile na semana de moda de São Paulo. O registro, que mostrava tanto ela quanto o modelo Filipe Hilmann com o peitoral à mostra enquanto caminhavam pela passarela foi deletada antes mesmo de completar 24 horas online. A razão, por mais que já imaginamos, foi comprovada quando, no dia seguinte, a modelo agenciada pela Way Models publicou a foto mais uma vez, agora com apenas seus seios cobertos pela hashtag #FreetheNipples: os seios femininos não podem ser mostrados em público.

Ainda que seu colega de profissão, logo atrás, permanecesse sem camisa em ambas as situações, os seios cobertos de Rebecca foram suficientes para manter a foto online ainda hoje, sem restrições. Mas não foi esse o único entrave qual Rebecca se encontrou naquela semana. No dia anterior, quando ocorreu o desfile em questão, a modelo recebeu diversos comentários negativos na internet; não só por desfilar de topless, mas por fazê-lo tendo seios pequenos.

Dois modelos, um homem e uma mulher, desfilando sem blusa, vestindo apenas calças. | A liberdade do corpo
Foto: AFP

“O fato de eu ter os seios pequenos, não me torna menos mulher ou menos desejada”, desabafou Rebecca em seu perfil no Facebook. O desfile trazia ambos os modelos com a mesma vestimenta, e sem camisa. A ideia era protestar a favor da igualdade entre os gêneros, mas o volume de comentários que ridicularizava o formato do corpo da modelo mostrou como esse debate ainda é pequeno em um país tão sexista.

“Ter peitos foi uma coisa dada a mim e aceita por mim querer continuar assim. Se você tem peitos grandes, ame-os. Se você os tem pequenos, ame-os. Amem seus corpos que foram dados a você. Não fique colocando os seus defeitos, de coisas que você não gosta em si próprio, no corpo dos outros. Se livrem desse ódio, desse rancor. Isso faz mal. O que eu amo não é o mesmo que você ama. Aceitem a diversidade. Isso é o que torna o mundo mais interessante. “
– Rebecca Gobbi

As polêmicas envolvendo a modelo vão de encontro ao movimento Free the Nipples, campanha que circula principalmente nas redes sociais em uma luta contra os veículos de comunicação que censuram os mamilos femininos. Ainda que obrigada a tampar seus mamilos para ter sua foto na rede social, foi com a palavra de ordem que ela o fez. Como resposta também a tudo isso, a modelo se juntou ao fotógrafo Hudson Rennan e à maquiadora Carol Prada num ensaio espontâneo: “Essas fotos vieram depois de toda essa situação. O perfil dela foi bloqueado, ela foi ridicularizada na rede. Então nos encontramos um dia. Estávamos no estúdio fotografando e nós resolvemos fazer umas fotos pra nós. A nossa intenção era fazer fotos legais pra gente”, contou Carol.

A liberdade do corpo: o ensaio-manifesto de Rebecca Gobbi
Foto: Hudson Rennan

O trabalho, porém, tomou corpo e o resultado são fotos que evidenciam as linhas de Rebecca com toda a sua força. “Bitch” estampado na face da modelo nos remete a todos os xingamentos que ela recebeu por simplesmente ser quem é. Não é essa a primeira situação em que uma mulher segura de seu corpo e vontades é diminuída. Outros cliques trazem a frase “See you in hell”; um destino igual a todos os que sofrem no julgamento da condenação conservadora-cristã. Condenação, porém, é o oposto do que buscava Hudson, responsável pelos cliques: “Mais do que uma fotografia, a gente queria expressar liberdade. Um tipo de ‘Meu corpo, minhas regras’ A ideia seria escrever no corpo da Rebecca pensamentos, respostas e opiniões do que ela e os outros poderiam pensar ao ver somente a imagem, sem palavras. No geral, queríamos arte, imagens fortes, sem julgamento”.

A liberdade do corpo: o ensaio-manifesto de Rebecca Gobbi
Foto: Hudson Rennan

Com o trabalho concluído, outro ponto importante foi encontrar um lugar que quisesse publicar o material com a visibilidade merecida. Com a censura nas redes sociais, não era aquele o lugar adequado. “Onde vamos publicar um peito de fora, com frases fortes? É muito difícil alguém comprar essa ideia. A gente se viu preso com um trabalho tão lindo”, contou Carol. Foi quando o Site Cleo surgiu como opção:

“A gente acha que o site da Cleo é tão forte quanto ela. Então se quiséssemos mostrar fotos que fizessem um barulho, que fosse no site Cleo. Porque eu penso que essas fotos tem a ver com ela, que é uma mulher de atitude, que faz o que pensa, que não liga para o que os outros vão falar, e que está vivendo e não deixa de ser a Cleo.”
– Carol Prada

O que ocorreu com Rebecca é apenas um exemplo do que ocorre a muitas mulheres. A degradação disfarçada sob opinião quanto ao corpo da mulher está presente não só na internet, como nas mídias em geral, nos espaços públicos e até dentro de casa nas conversas informais. São as piadas sobre as mulheres gordas, sobre aquelas que tem seios pequenos, a objetificação das que completam todos os requisitos do padrão de beleza brasileiro. São pensamentos que negam às mulheres o simples direito de serem donas de seu corpo. Sobre isso, Rebecca conclui: “Eu acredito que o corpo nu da mulher tem que parar de ser visto como algo sexualmente ofensivo ou ofensivo e sexual. Um assunto a ser muito discutido e ainda com muitos tabus a serem quebrados. Espero um dia chegarmos a igualdade social, racial, cultural e todas as outras.”

A liberdade do corpo: o ensaio-manifesto de Rebecca Gobbi
Foto: Hudson Rennan
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A volta dos 90: Moletom

Peça esquecida no armário volta para as passarelas em releituras fashion.

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Moda e afetividade

Uma nova forma de consumir está entre nós, com muito mais responsabilidade e amor.

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