Atitude

Como se perder em… Mykonos

Lugar paradisíaco que mistura natureza selvagem e badalação

Por: Cleo Pires

Eu gostei de Mykonos, porque achei que tem uma parte de entretenimento muito gostosa e também um lado selvagem, não habitado que é incrível, uma natureza muito latente, por mais que tenha os hotéis e todo conforto. Esse lado da natureza selvagem, crua, aquela vegetação mais rasteira, com cara desértica aciona alguma coisa em mim que me faz muito bem. Eu fui só uma vez pra lá, mas tô loca pra voltar.

Gosto de lugares que eu tenho a sensação de desbravar de alguma forma. Não precisa ser necessariamente natureza selvagem, e Mykonos tem isso, e também um centrinho pitoresco, com lojinhas, coisas típicas, muitas festas, bares e restaurantes. É lindo demais ver o pôr do sol, rosa, tomando um drink em um dos inúmeros bares que tem lá à beira mar, parece que é mentira que aquilo não existe. E você pode ainda, pegar um carro e ir até uma praia quase deserta, com uma ou duas pessoas, com uma pegada super selvagem. E aí, de repente, tem uma pedra, você sobe nela e descobre uma imensidão geográfica totalmente rochosa, muito roots, com aquele mar lindo em baixo, azul. E tem as festas, os drinks, o glamour, que é gostoso de ter também, pois são energias opostas que existem no mesmo lugar, o que é bom e instigante.

Na Grécia, em Atenas, faz algum tempo, tatuei One Love, com um amigo meu, e foi feita por um tatuador russo Dimitri. Em Mykonos eu tatuei Hunter, e em Atenas, durante essa viagem eu fiz a gotinha para Afrodite, no dedo, e escrevi diamante bruto em grego. O mais curioso foi que eu descobri que o tatuador que fez as duas últimas em Atenas tinha sido assistente do Dimitri quando fiz a primeira tatoo.

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